Como inibir o barulho das grandes cidades?

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O barulho da rua te incomoda ? Buzinas, trânsito intenso, latidos, música em bares, sineres…. Para quem leva uma vida nas regiões urbanas, esses temidos sons causam estresse, tensão e falta de concentração. Conviver com esses sons está cada vez mais difícil, visto que, o crescimento das cidades e de sua população é exorbitante. Entretanto, existe uma possibilidade de você conviver nesses centros sem precisar se preocupar com esses ruídos externos. Quer saber como ? Continue nesse post.

A grande solução para esse problema, é a janela anti ruído, também conhecida como janela acústica. Além de diminuir o ruído externo, também é isolante térmica, climatizando os ambientes. Elas são compostas por duas ou mais lâminas de vidro com câmaras acústicas entre si, conectadas por uma borracha amortecedora. Quanto maior a espessura das lâminas, maior o isolamento acústico e térmico. As janelas podem ser instaladas durante ou após a obra finalizada. 

Para assegurar que o custo-benefício seja positivo, é necessário que profissionais estejam a par da atividade, antes da compra e instalação de qualquer material. Sugere-se que os vidros tenham no mínimo 10 mm, com caixetas e frisos de alta qualidade. Essas janelas duplas, triplas ou até quádrupla, demandam esquadrias especiais preenchidas com borrachas, lãs, vidros ou outro material elástico; e que devem ser instaladas de modo correto, de acordo com a especificação técnica do contexto do ambiente e sem que contenham frestas – o maior inimigo dessas facilidades.  

A grande vantagem da estética desses sistemas é que preferencialmente, as janelas demandam de esquadrias de alumínio. Então, é possível uma série de modelos e cores para cada caso, permitindo uma variedade de opções para cada cômodo do ambiente. 

Expo Revestir e sua influência em 2020.

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Começou nessa semana, o principal evento de arquitetura e acabamentos da América Latina, a Expo Revestir, que está sendo exposta no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Na 18ª edição da feira, a Expo Revestir atinge a capacidade máxima de expositores e apresenta cerca de 200 marcas de metais para cozinha, banheiro, laminados, cimentícios, vítreos e cerâmicas. O evento ocorre entre os dias 10 e 13 de março e a expectativa para esse ano, é que mais de 62 mil pessoas passem pelo Transamérica Expo Center, segundo a organização. 

Dentre as tendências desta edição, nota-se a alta dos mármores e a biofilia. O mármore aparece em diversas formas, sobretudo os de veios marcados, afirmando a personalidade do maximalismo, que sucede o minimalismo na virada da década. Já a biofilia é bastante explorada pela maioria dos fabricantes, que estão expondo peças e materiais inspirados em formas orgânicas.

Os metalizados também ganharão força nas tendências do mercado 2020. Os acabamentos dourados e acobreados são destaques, proporcionando brilho no acabamento dos ambientes. O metal mais utilizado no mundo todo, tanto quanto para decoração quanto para industrias e facilidades, o alumínio é um material atemporal devido sua diversa gama de aplicações. Além de ser leve, ele é durável e bonito, sendo o preferido dos arquitetos, e encontra-se em esquadrias, painéis de revestimentos, janelas, portas, divisórias, grades, fachadas envidraçadas, box e utensílios para a construção.

A Expo Revestir 2020 está respirando Brasil. Muitas técnicas construtivas e decorativas são visivelmente inspiradas na cultura brasileira. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimento, Louças Sanitárias e Congêneres (Anfacer), Manfredo Gouvêa Júnior afirma “A Expo Revestir atinge a maioridade sedimentada como um dos maiores eventos do segmento no mundo, materializando a força e, a criatividade e a qualidade da indústria brasileira, que consagrou a semana da feira como uma das mais importantes do ano”.

Programa da CAIXA deverá impulsionar a construção civil em 2020 com concessão de crédito habitacional.

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O banco reduziu as taxas das operações corrigidas pela Taxa Referencial (TR) e anunciou duas linhas de crédito para o setor da construção civil,  indexadas pela inflação ou pelo certificado de depósito interbancário (CDI).

A Caixa Econômica Federal divulgou nesse mês de fevereiro, mais uma linha de crédito habitacional. Essa nova modalidade de crédito varia de 8% (clientes CAIXA) a 9,75 (demais financiadores) e estará disponível para imóveis residenciais novos e usados, com quota de financiamento de até 80%. As taxas serão fixas e sem correção, o que permite o comprador saber exatamente o valor de suas parcelas e taxas durante todo seu prazo de financiamento (até 360 vezes). As contratações já estão disponíveis no sistema. 

Os efeitos dessa medida, serão bastante positivos, segundo os profissionais consultados pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO. Para o diretor da CMI/Secovi-MG, Leonardo Matos, por exemplo, esse é um momento “quase histórico”, destaca ele.

“O mercado imobiliário ficou muito animado, satisfeito. Esse é um dos sinais de que o segmento deverá crescer cerca de dois dígitos nos próximos dois anos”, salienta. O diretor da CMI/Secovi-MG frisa que é muito importante o fato de o consumidor contar, a partir deste momento, com três opções de linha de crédito, para escolher a forma de financiamento que mais se encaixa ao seu perfil.

Além da nova modalidade de crédito, a CAIXA conta ainda com mais duas opções de financiamento imobiliário. A primeira tem correção pela Taxa Referencial (TR), com juros variando de 6,5% a 8,5%. E a segunda – que teve início em agosto de 2019 –  tem correção pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com juros que variam de 2,95% a 4,95%.

Além das facilidades promovidas pelo programa de crédito, é importante ressaltar que, as reformas estruturais propostas estão sendo aprovadas e já é possível visualizar uma melhora nos índices de empregabilidade no país. 

Taxa Referencial

As taxas dos financiamentos corrigidos pela TR baixaram cerca de 30%, passando de TR mais 9,25% ao ano para TR mais 6,5% ao ano para as empresas com relacionamento com o banco. Para não clientes, a taxa cai de TR mais 13,25% ao ano para TR mais 11,75% ao ano.

IPCA e CDI

Os financiamentos corrigidos pelo CDI ou pela inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) valem para duas modalidades. A primeira é Apoio à Produção, mais conhecida como “Imóvel na Planta”. A segunda é Plano Empresa da Construção Civil, conhecida como Plano Empresário, destinada à construção de imóveis e que permite o financiamento para pessoas físicas quando 80% do empreendimento estiver construído.

Para as linhas corrigidas pela inflação, as taxas variarão de IPCA mais 3,79% ao ano para IPCA mais 7,8% ao ano. Os financiamentos indexados ao CDI terão duas modalidades de cobrança: uma com taxas que variam de CDI mais 1,48% ao ano a CDI mais 5,4% ao ano e outra entre 119% a 194% do CDI.

Fonte: diariodocomercio

Aplicação do alumínio no setor moveleiro.

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Os perfis de alumínio, para indústria moveleira, garantem resistência por serem produzidos com matéria-prima que resiste a intempéries. Possuem acabamento flexível, devido sua aplicação percebida em móveis diversos, permitindo inúmeras maneiras de design do material, e leveza, em razão de sua composição química.  

Para essa indústria, o alumínio é bastante vantajoso em razão de sua grande resistência à corrosão, sendo um material durável em suas diversas aplicações. Menciona-se também, a rápida e eficaz condutividade de calor, além de sua plasticidade e elasticidade, que permite a soldagem e montagem do alumínio, que promove um trabalho mais prático quando comparado aos outros materiais desse setor.  

Aplicação dos perfis de alumínio.

Graças às suas características estéticas, os perfis de alumínio possibilitam uma beleza diferenciada quando aplicados, pois, provoca tons de modernidade ao ambiente. O material pode ser encontrado na produção de móveis de cozinha, banheiros, ambientes externos e entre outros. Já os perfis de alumínio são facilmente identificados em puxadores, corrediças para gavetas e portas e molduras. Sua utilização vai muito além da indústria moveleira, tendo importante presença em setores industriais e de linha branca também.

Por que escolher telhas de alumínio?

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Por ser um produto leve, representa menos carga sobre a estrutura de sustentação da obra e somando com a sua propriedade de resistência à corrosão, o alumínio é um grande aliado de obras econômicas. Sendo assim, a telha desse metal é recomendada para terminais de transporte público, instalações poliesportivas, transportadoras, pavilhões de exposições, feiras de negócios, instituições de ensino, edificações industriais e comerciais, entre outros. No Brasil, há telhas com formato ondulado e trapezoidal, que são fornecidas em acabamento natural, lavrado stucco, pré-pintada ou pós-pintada. São fornecidas, geralmente, com comprimento variado entre 2 e 12 metros. 

Exemplo: Galpão com telha de alumínio. Imagem da internet.

Para sua aplicação, é necessário estudar o projeto juntamente com a estrutura, conferir o sentido do vento predominante no local e iniciar a montagem começando do lado contrário do sopro do vento. É recomendado que se faça uma limpeza logo após sua aplicação, sendo essa, feita com água e detergente neutro na proporção de 5%. Depois da primeira higienização, é indicado repetir o procedimento a cada 6 meses em regiões em que o ambiente atmosférico é mais agressivo, e a cada 12 meses em ambientes com baixo nível de agressividade atmosférica.

Exemplo: Aplicação telha de alumínio. Imagem da internet.

O item oferece um ótimo custo-benefício para o usuário, pois é muito resistente à corrosão, possui alta durabilidade e é leve – em comparação com outros metais. Além de, contribuir para a economia na redução de custos com manutenção e ser sustentável, pois é passível de ser reciclada inúmeras vezes.   

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Alumínio no setor de transportes.

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O alumínio está presente em diversos mercados, sendo o seu principal o setor de transportes. Justifica-se pois, o alumínio tem a mesma resistência que o aço e é um terço mais leve que ele. Deve-se a glória também, por ser infinitamente reciclável.  A leveza do alumínio permite economia no consumo de combustível menor desgaste do pneu e aumento da capacidade de carga. Para atender esse setor, são utilizados diferentes materiais para cada tipo de demanda, podendo ser de chapas à fundidos de alumínio. 

A começar pelas ligas de alumínio, nos mais variados modelos são empregues em defletores de calor à painéis e carrocerias de automóveis. As ligas de alumínio laminadas utilizadas neste setor vão desde a série 1000 com alta formabilidade, utilizadas por exemplo em defletores de calor – além de refletir o calor e a luz, é completamente impermeável, o que significa que não há entrada ou saída de sabor, aroma ou luz – passando pela série 3000 aplicadas em implementos rodoviários (tanque de óleo, tubo de gasolina, conduta de óleo) até as séries 5000 e 6000 utilizadas em painéis e carrocerias de automóveis. Para a indústria náutica, são empregados alumínio de série 5000 – que possuem nível de média a alta resistência. São grandes aliados dessa indústria pois não sofrem corrosão e são resistentes à solvabilidade. Além de que, embarcações fabricadas com alumínio demandam menor potência instalada com motorização, sem prejuízo de performance e de velocidade e com expressiva economia de combustível.

Na indústria de aéreos, o alumínio está presente nas asas, na fuselagem, estruturas de portas, janelas e assentos e até mesmo no trem de pouso. O metal corresponde por até 80% do peso estrutural de uma aeronave, portanto, as ligas de alumínio são exploradas nas mais diversas séries, desde a série 1000 até a série 7000. 

No setor ferroviário, o alumínio é requisito fundamental. Pois, trens e vagões precisam de estrutura rígida que resista a cargas complexas, desgastes e forças aerodinâmicas – resultantes da passagem de locomotivas pelos túneis. Em trens com paradas frequentes, como o metrô, a leveza da carroceria, 2/3 inferior a de uma estrutura similar em aço, gera economia de energia e promove melhor aceleração entre as paradas.

Para os meios de transporte de duas rodas, o alumínio se encontra aplicado ao motor, na balança traseira, rodas, guidão, pedais e até mesmo no chassi. Além de todos os benefícios mencionados acima, o alumínio se destaque nesse ramo, pois, absorve incrivelmente bem os impactos dos desníveis de uma estradas e buracos de uma trilha, com resistência e durabilidade. 

O alumínio é muito dúctil e pode ser moldado em tudo, desde quadros de bicicletas à cascos de barcos. Esse metal é fácil de processar, tanto a frio quanto a quente. O alumínio oferece total liberdade de design e reage com o oxigênio no ar, formando um revestimento de óxido protetor que o torna resistente à corrosão, sua principal vantagem.

Tamboré Alumínio traz boas novas para Sorocaba em 2020.

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O ano de 2020 chega com boas novas para a cidade de Sorocaba: A empresa Tamboré Alumínio irá ampliar sua planta fabril na zona industrial da cidade com uma nova sede, dando início às atividades até o segundo semestre de 2020. Será investido $ 30 milhões no município e irá gerar 60 empregos – 50 diretos e outros 10 indiretos. 

Segundo o diretor da Stopar Holding Ltda, Carlos André Stoiahov, até o meio do próximo ano a Tamboré Alumínio já estará instalada em Sorocaba. A planta terá mais de 8 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de 45 mil metros quadrados.

A produção terá início logo após a obtenção das licenças de operação de atividade. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Renda (Sedetter), Robson Coivo, esse protocolo de intenções significa a chegada de boas notícias para o ano que se inicia. “Ainda mais agora, próximo ao Natal, esse é um grande presente para a cidade”, ressaltou.

Clique na imagem e confira a matéria completa.

https://www.jornalcruzeiro.com.br/economia/nova-fabrica-em-sorocaba-vai-gerar-60-empregos-e-investir-r-30-milhoes/

Alumínio e Aço podem sofrer tarifas de exportação para os EUA.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça feira (3) que irá retomar, imediatamente, as tarifas sobre a importação do aço e do alumínio brasileiro e argentino. Devido à desvalorização de ambas as moedas ante o dólar, os estadunidenses estavam comprando commodities de consumo exportados pelo Brasil e Argentina, o que prejudicava os agrícolas americanos. Com a medida, os americanos se veêm obrigados a comprarem o produto de seu próprio país. O presidente americano busca proteger a matriz industrial de seu país, desvalorizando outras moedas.

Se a medida for tomada, o produtor brasileiro terá que pagar mais impostos para exportar, acarretando em mais um custo operacional, afetando-o. A decisão é bastante ruim para o consumidor e também para a indústria automobilística e de construção civil, pois estas, precisarão vender os produtos ainda mais caros para suprir a taxa de juros, enquanto aquelas, pagarão mais caro pelo produto final. 

O alinhamento automático adotado com os Estados Unidos desde a posse do presidente Jair Bolsonaro foi então quebrada à partir do anúncio de Trump. Agora, resta um pronunciamento do governo brasileiro em relação ao alinhamento bilateral afirmado entre os países.

Em 2018, o governo dos EUA havia anunciado um retardo nas tarifas de importação de aço e alumínio para empresas que comprovassem falta de matéria-prima no mercado interno. Caso as tarifas anteriores sejam de fato restauradas, haverá uma taxação de 25%, o que afeta principalmente o aço brasileiro e o alumínio oriundo da Argentina.

Conheça as diversas aplicações do alumínio.

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O Brasil se destaca mundialmente no cenário mundial na produção de alumínio – em 1999, o país foi considerado o terceiro maior produtor do metal. Portanto, no ponto de vista social, econômico e ambiental, o alumínio se faz muito importante na vida dos Brasileiros. Abordaremos a seguir, suas diversas aplicações.

Na indústria, ele é utilizado de acordo com seu segmento, conforme suas finalidades. Cada segmento de produtos semimanufaturados utiliza o metal na forma mais adequada, respeitando seus diferenciais e propriedades de cada produto.

O alumínio extrudado, também conhecido como perfil de alumínio, é o material obtido através de um processo termomecânico no qual um tarugo de metal é forçado a fluir através do orifício de uma matriz (ferramenta), sendo reduzido em uma secção transversal, sob o efeito de altas pressões e temperaturas. Cerca de 60% dos extrudados de alumínio são destinados à fabricação de produtos para construção civil. Os perfis extrudados são moldados em diversas formas, de acordo com a ferramenta utilizada no processo de extrusão de alumínio, como círculos, quadrados, triângulos, retângulos, hexágonos, pentágonos, entre outros. Por fim, se transformam em esquadrias (portas e janelas), acessórios para banheiros, estruturas préfabricadas, forros, portões, escadas, vitrines, bicicletas, divisórias e elementos decorativos de acabamento. 

As chapas e laminados são lâminas de metal que são produzidas através do processo designado como laminação. Nesse processo, o alumínio é comprimido, passando por dois cilindros de forma contínua. A aplicação das chapas é bastante ampla, que vai desde latas de alumínio, aerossóis,  pisos e carrocerias para ônibus e caminhões, telhas, fachadas etc (Laminação Pura), em utensílios domésticos (Laminação Artefatos) à tubos e bisnagas para pasta de dente, etc (Laminação Impactados). Cerca de 23% do consumo das chapas de alumínio são destinadas para o mercado automobilístico, devido sua densidade, que faz com o carro se torne mais leve e seu consumo de energia reduzido.

As folhas de alumínio são produzidas em variadas espessuras, e são utilizadas nas embalagens, tampas e membranas de alimentos e produtos farmacêuticos. Também são aplicadas em veículos, refrigeração e sistemas de ar condicionado.

Os fios e cabos condutores são utilizados em linhas de transmissão de energia, cabos isolados ou nus, para uso em redes de alta tensão, linhas de transmissão secundária, e aplicações residenciais ou comerciais.

Cerca de 60% do consumo de alumínio na indústria de transportes corresponde a componentes fundidos, tais como caixas de câmbio, carcaça de motores e rodas para automóveis, entre outros. 

As aplicações de pasta e pó são bastante variadas. Encontram-se aplicações como desoxidantes na indústria siderúrgica e explosivos para mineração, ao tratamento da água das piscinas (sulfato de alumínio); medicamentos antiácidos (hidróxidos e cloridróxidos de alumínio) tintas; produtos químicos e farmacêuticos.

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Plataforma P52 da Petrobras: grande marco para o desenvolvimento tecnológico.

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A primeira plataforma na América do Sul a utilizar um módulo de acomodação totalmente de alumínio, está localizada em Roncador, na Bacia de Campos, posicionada a 110 km da costa do Estado do Rio de Janeiro, em águas de 1.800 metros de profundidade, o que a torna o equipamento de produção em águas mais profundas do país. A plataforma opera em ambiente bastante agressivo de corrosão, portanto, o alumínio conta com a vantagem de ser resistente e mais leve que o aço – a plataforma P-51 foi produzida inteiramente de aço.

Segundo a Petrobras, durante a execução do projeto da P52, a engenharia de controle de peso concluiu que o alumínio seria ideal na construção do módulo, pois, liberaria peso para incluir outros componentes da plataforma que, obrigatoriamente, são construídos com aço. Além da leveza, a escolha pelo alumínio também considerou a maior resistência à corrosão do material, visto que, se adapta melhor ao ambiente marinho que é altamente corrosivo devido ao elevado teor de cloreto de sódio dentro e fora da água.

A plataforma é um marco da indústria brasileira do alumínio, se destacando pela busca de nacionalização do projeto que contribuiu para o desenvolvimento tecnológico da industria do alumínio no país. Foi orçada em US$ 1 bilhão e tem a capacidade de produção de 180 mil barris/dia.

Um estudo encomendado pela ABAL indica que, até 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) poderá crescer em média 5,2% ao ano, taxa superior à da economia mundial. Isso permitirá um crescimento entre 8,9% e 11,3% ao ano do consumo de alumínio no Brasil nos próximos 15 anos. O cenário base de 8,9% ao ano traduz o ritmo de crescimento econômico em termos de demanda pelo metal, considerando a elasticidade-renda média e o crescimento demográfico do país. O cenário otimista de 11,3% a.a. leva em consideração um avanço mais expressivo do alumínio em suas aplicações, nos moldes do que ocorreu nos últimos 20 anos.