Alumínio na decoração?

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O alumínio, apesar de ser bastante utilizado nos projetos de engenharia e arquitetura, ainda é pouco utilizado na decoração de interiores, apesar de trazer modernidade e resistência e ainda, oferecer sofisticação aos ambientes. Para a decoração, o alumínio pode ser a escolha perfeita quando se quer trazer consigo o aspecto urbano e industrial.

O estilo industrial teve início na década de 1970 onde as pessoas começaram a fazer de antigos galpões (também conhecidos como loft) suas moradias. Este tipo de decoração é conhecido principalmente por suas tubulações aparentes, acabamento em alumínio e cimento queimado e também por parede de tijolos à vista. 

Voltando um pouco mais no tempo, reconhecemos que nos anos de 1950, o alumínio era bastante visto nos móveis para áreas externas, devido sua resistência à corrosão. Agora, o alumínio deixa de ser coadjuvante e passa a integrar os ambientes, como acabamentos e móveis internos. Atualmente, vê-se que o item agrega beleza, conforto e aconchego, além da garantia de ter objetos super-resistentes e duráveis.

Para quem quer usar alumínio na decoração da casa, “Aposte em detalhes nos móveis e em objetos, como os vasos. A gama de acessórios para casa é enorme, até quadros podem receber moldura de alumínio”, sugere a arquiteta Silmara Salvetti.

É necessário se reinventar

#Indústria #GrupoTamboré #2020

O primeiro semestre para as indústrias está sendo marcado pelos esforços em sobreviver e se reinventar em meio à uma crise de saúde que está afetando todas as esferas econômicas do país. A Indústria, como um todo, representa 20,9% do PIB do Brasil, mas responde por 70,1% das exportações de bens e serviços, por 72,2% do investimento empresarial em pesquisa e desenvolvimento e por 33% dos tributos federais (exceto receitas previdenciárias). Então, é considerado o setor mais importante para o crescimento do país. Com os efeitos da crise, o setor passa por dificuldades de abastecimento, funcionamento, importação e exportação.

Para tentar amenizar o cenário, é preciso reinventar-se. A diversificação é vista como uma maneira de equilibrar a produção com abastecimento de diversos segmentos. Uma pesquisa recente do Ciesp no Estado aponta que 92% das indústrias esperam redução nas vendas até junho (próximo de 55% de retração), enquanto 5% trabalham com estabilidade e 3% esperam aumento, devido à demanda aquecida de bens essenciais. Contudo, para suportar o crédito até a retomada consistente da economia, vale aproveitar dos recursos e atividades e investir em um novo segmento que provoque demanda, como o de bens essenciais. 

Dia da Indústria

#DiaDaIndústria #GrupoTamboré

O setor industrial brasileiro, também conhecido como setor secundário, é extremamente amplo, incluindo a produção dos mais diversos produtos, desde alimentos, vestuários e até tecnologia de ponta. De forma geral, pode se dividi-los em três tipos: indústrias de base, intermediárias e de bens de consumo. O primeiro, refere-se as indústrias pesadas  – que são responsáveis por se apropriar da matéria prima bruta e transformar em produtos que serão usados pelas outras indústrias. As intermediárias são responsáveis por utilizar a matéria prima processada e produzir peças e ferramentas, necessárias para as indústrias de bens de consumo, que, por sua vez, tratam da produção de diversos produtos que irão para o mercado consumidor final. Atualmente, o Brasil é uma das maiores potências no ramo industrial, dentre as nações consideradas subdesenvolvidas.

O dia 25 de maio é considerado o Dia Nacional da Indústria, em homenagem ao empresário e industrial Roberto Simonsen, que faleceu na data, em 1948. Roberto era engenheiro, professor, historiador, político e foi aceito como membro da Academia Brasileira de Letras, foi responsável pela primeira empresa de construção civil do país, recebendo o título de Patrono da Indústria Nacional. Também presidiu entidades representativas importantes para o meio, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Simonsen racionalizou o funcionamento de sua empresa, obtendo excelentes resultados do ponto de vista de sua produtividade. Foi a partir daí que ele resolveu difundir o seu conhecimento e lutar pelo crescimento da classe industrial brasileira. Simonsen foi responsável pela fundação do Centro dos Construtores e Industriais de Santos, que objetivava oferecer assistência aos trabalhadores, inovando as relações entre patrões e empregados.

A história industrial brasileira é recente quando comparada com a de outros países, principalmente aqueles que viveram a Revolução Industrial do século XIX. A maior parte das realizações industriais no Brasil se referem a instalação, manutenção, consolidação e integração do parque indústria, e somente nos anos 90 que se começou a notar o ambiente industrial como parte competitivo no âmbito mundial. 

Hoje a indústria é a principal fonte de economia nacional. Ela é responsável por gerar milhares de empregos, fomentando boa parte da riqueza gerada pelo País. Devido à sua infraestrutura e políticas de incentivo, o mercado internacional tem voltado seus olhos para o país, como sendo uma possível potência do ramo industrial. 

Confiamos e parabenizamos todos os empreendedores e colaboradores do ramo industrial brasileiro. Parabéns! 

A indústria 4.0 para pequenas empresas

#COVID19 #GrupoTamboré

Neste momento, se faz necessário que empresários busquem aprimorar suas qualificações profissionais para driblar os impactos provocados pela pandemia do novo vírus. Entre as recomendações de adaptação das indústrias para o novo período pós isolamento social, estão a busca de financiamento e a adesão de novas tecnologias para se destacar no mercado.

As oportunidades tecnológicas para as pequenas e médias industrias abrem muitas possibilidades para o reconhecimento e desenvolvimento das soluções oferecidas. Investir nesse ramo, é tornar os processos automatizados e otimizados, e que consequentemente, gerar maior competitividade de mercado. As empresas que já reconhecem a necessidade em migrarem para a era da tecnologia, são as que melhor aproveitarão da Indústria 4.0.

Para as pequenas empresas, enxerga-se oportunidade de investimento principalmente em Big Data, Internet das Coisas e Inteligência Artificial.

Com o Big Data, é possível capturar, tratar, compartilhar, analisar e visualizar informações que não são facilmente discerníveis em meio à grande quantidade de dados que a indústria acumula e está exposta. Assim, é possível gerar resultados de alto valor agregado em benefício da tomada de decisão da gestão e da organização. Já a Internet das Coisas, inclui hardwares, softwares, sistemas e serviços de dados e telecomunicações para análise de rendimento de produtos e/ou serviços via compilado de dados fornecidos pela integração do físico com o conectado. E por último, a Inteligência Artificial permite que robôs aprendam com as atividades realizadas e assim, aprimorem suas habilidades. A Inteligência Artificial favorece a redução de erros de produção, pois, depende exclusivamente de algoritmos inteligentes treinados para desempenhar determinada atividade. Isso proporciona o aumento da produtividade e a diminuição de retrabalhos e problemas de manufatura de peças. O agrupamento e correto uso dessas tecnologias, proporcionam um cenário bastante interessante de oportunidades e mercados para a indústria. 

Essencialidade das indústrias de alumínio para o país, frente à pandemia.

#COVID19 #GrupoTamboré

Refletindo sobre alternativas para o combate à epidemia provocada pelo novo coronavírus e pensando na preservação do emprego e da renda no país, é necessário que a população adote medidas de proteção para garantia pessoal e coletiva, como: usar de máscaras cirúrgicas quando precisar sair de casa, evitar aglomerações, higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel recorrentemente, principalmente para aqueles que continuam exercendo suas atividades laborais. É importante que o país continue produzindo, porém, sem comprometer a saúde dos seus trabalhadores. 

Milton Rego, presidente da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), encaminhou ao governo federal, assim como aos governos estaduais e prefeituras, uma carta em que solicita o enquadramento da indústria e da cadeia do alumínio no Decreto 10.282/2020, que determina as atividades essenciais no esforço de combate à Covid19, e o que pode permanecer aberto ou fechado durante a pandemia. Ele menciona que, as indústrias de alumínio produzem itens essenciais para a manutenção da sociedade. “Produzimos embalagens de remédios, de material hospitalar, de alimentos, de bebidas, estruturas de metal que estão sendo usadas para erguer hospitais de campanha, sais de alumínio para vacinas, cabos e fios de transmissão”, enumera o executivo. “É primordial que as autoridades reconheçam a condição essencial da cadeia do alumínio, a fim de que operemos com a necessária segurança jurídica”.

Muitas empresas que integram a cadeia brasileira do alumínio seguem atuando frente aos públicos interno e externo na prevenção e combate à pandemia do coronavírus/Covid-19, seja com atitudes de prevenção por meio de ações, até o fornecimento de matéria para construção e manutenção dos hospitais de campanha. 

Neste momento, alumínio é necessário no cotidiano dos brasileiros, pois se faz presente em todos os ramos necessários para o combate e manutenção da organização da sociedade perante à pandemia, como: embalagens “longa vida” para bebidas como leite e sucos; latas de alumínio para bebidas, incluindo água mineral; aerossóis para produtos de beleza e higiene pessoal; sistemas de monitoramento, alarme e sinal; painéis elétricos e eletrônicos; fios e cabos; caixas e tampas de metal; placas de interruptores e tomadas; estruturas de subestações e energia; portas e janelas; estruturas para fixação de painéis de vidros; painéis de parede; geladeiras e freezers; ar condicionado e desumidificadores; carrocerias, rodas e componentes para veículos e caminhões pesados; motores e transmissões automotivas e; por fim, aviões e helicópteros. 

Auxílio para o setor de construção civil em meio à crise do COVID19.

#COVID19 #GrupoTamboré #ConstruçãoCivil

Para evitar um agravamento da crise do coronavírus no setor da construção civil, o governo prometeu algumas medidas em específico para o ramo. A estratégia visa evitar a paralisação, e consequentemente a recessão que o setor pode sofrer. Dentre as medidas, consta o uso de 100% dos recursos do FGTS para o financiamento da faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida – Programa da Caixa Econômica Federal – e também, e ativação de obras públicas que estão paradas. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria Civil (CBIC), José Carlos Martins, afirma que “Este ano estaria financiando R$ 10 bilhões por mês. São R$ 10 bilhões que deixam de entrar no caixa” e que portanto, há a necessidade de um olhar especial por parte do governo federal com a economia que construção civil gera. 

Contudo, diante das recomendações de isolamento social e seguindo as orientações da Organização Mundial da Saúde, o presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Construção), Odair Senra, e o presidente do Sintracon-SP (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo), Antonio de Souza Ramalho, firmaram em 20 de março um aditivo à Convenção Coletiva do setor, para autorizar as empresas da categoria a adotarem algumas providências visando flexibilizar a vida dos trabalhadores e resguardar as operações que são necessárias para o fluxo de caixa que a sustenta. A disposição do Sindicato antecede as promessas de assistência do governo federal, que até o momento nada anunciou. Entretanto, espera-se que surjam ainda, maiores auxílios, como mencionados anteriormente. 

Para acessar tais medidas, clique aqui (Ainda vou colocar o link do sindicato aqui, pois são muitas informações técnicas e acho que desfocaria o artigo para o blog).

O SindusCon-SP tem 850 construtoras associadas e representa as cerca de 50 mil empresas de construção residencial, industrial, comercial, obras de infraestrutura e habitação popular, localizadas no Estado de São Paulo. A construção paulista representa 27,6% da construção brasileira, que por sua vez equivale a 4% do PIB brasileiro.

Como inibir o barulho das grandes cidades?

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O barulho da rua te incomoda ? Buzinas, trânsito intenso, latidos, música em bares, sineres…. Para quem leva uma vida nas regiões urbanas, esses temidos sons causam estresse, tensão e falta de concentração. Conviver com esses sons está cada vez mais difícil, visto que, o crescimento das cidades e de sua população é exorbitante. Entretanto, existe uma possibilidade de você conviver nesses centros sem precisar se preocupar com esses ruídos externos. Quer saber como ? Continue nesse post.

A grande solução para esse problema, é a janela anti ruído, também conhecida como janela acústica. Além de diminuir o ruído externo, também é isolante térmica, climatizando os ambientes. Elas são compostas por duas ou mais lâminas de vidro com câmaras acústicas entre si, conectadas por uma borracha amortecedora. Quanto maior a espessura das lâminas, maior o isolamento acústico e térmico. As janelas podem ser instaladas durante ou após a obra finalizada. 

Para assegurar que o custo-benefício seja positivo, é necessário que profissionais estejam a par da atividade, antes da compra e instalação de qualquer material. Sugere-se que os vidros tenham no mínimo 10 mm, com caixetas e frisos de alta qualidade. Essas janelas duplas, triplas ou até quádrupla, demandam esquadrias especiais preenchidas com borrachas, lãs, vidros ou outro material elástico; e que devem ser instaladas de modo correto, de acordo com a especificação técnica do contexto do ambiente e sem que contenham frestas – o maior inimigo dessas facilidades.  

A grande vantagem da estética desses sistemas é que preferencialmente, as janelas demandam de esquadrias de alumínio. Então, é possível uma série de modelos e cores para cada caso, permitindo uma variedade de opções para cada cômodo do ambiente. 

Expo Revestir e sua influência em 2020.

#Alumínio #GrupoTamboré #ExpoRevestir #Decoração

Começou nessa semana, o principal evento de arquitetura e acabamentos da América Latina, a Expo Revestir, que está sendo exposta no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Na 18ª edição da feira, a Expo Revestir atinge a capacidade máxima de expositores e apresenta cerca de 200 marcas de metais para cozinha, banheiro, laminados, cimentícios, vítreos e cerâmicas. O evento ocorre entre os dias 10 e 13 de março e a expectativa para esse ano, é que mais de 62 mil pessoas passem pelo Transamérica Expo Center, segundo a organização. 

Dentre as tendências desta edição, nota-se a alta dos mármores e a biofilia. O mármore aparece em diversas formas, sobretudo os de veios marcados, afirmando a personalidade do maximalismo, que sucede o minimalismo na virada da década. Já a biofilia é bastante explorada pela maioria dos fabricantes, que estão expondo peças e materiais inspirados em formas orgânicas.

Os metalizados também ganharão força nas tendências do mercado 2020. Os acabamentos dourados e acobreados são destaques, proporcionando brilho no acabamento dos ambientes. O metal mais utilizado no mundo todo, tanto quanto para decoração quanto para industrias e facilidades, o alumínio é um material atemporal devido sua diversa gama de aplicações. Além de ser leve, ele é durável e bonito, sendo o preferido dos arquitetos, e encontra-se em esquadrias, painéis de revestimentos, janelas, portas, divisórias, grades, fachadas envidraçadas, box e utensílios para a construção.

A Expo Revestir 2020 está respirando Brasil. Muitas técnicas construtivas e decorativas são visivelmente inspiradas na cultura brasileira. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimento, Louças Sanitárias e Congêneres (Anfacer), Manfredo Gouvêa Júnior afirma “A Expo Revestir atinge a maioridade sedimentada como um dos maiores eventos do segmento no mundo, materializando a força e, a criatividade e a qualidade da indústria brasileira, que consagrou a semana da feira como uma das mais importantes do ano”.

Programa da CAIXA deverá impulsionar a construção civil em 2020 com concessão de crédito habitacional.

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O banco reduziu as taxas das operações corrigidas pela Taxa Referencial (TR) e anunciou duas linhas de crédito para o setor da construção civil,  indexadas pela inflação ou pelo certificado de depósito interbancário (CDI).

A Caixa Econômica Federal divulgou nesse mês de fevereiro, mais uma linha de crédito habitacional. Essa nova modalidade de crédito varia de 8% (clientes CAIXA) a 9,75 (demais financiadores) e estará disponível para imóveis residenciais novos e usados, com quota de financiamento de até 80%. As taxas serão fixas e sem correção, o que permite o comprador saber exatamente o valor de suas parcelas e taxas durante todo seu prazo de financiamento (até 360 vezes). As contratações já estão disponíveis no sistema. 

Os efeitos dessa medida, serão bastante positivos, segundo os profissionais consultados pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO. Para o diretor da CMI/Secovi-MG, Leonardo Matos, por exemplo, esse é um momento “quase histórico”, destaca ele.

“O mercado imobiliário ficou muito animado, satisfeito. Esse é um dos sinais de que o segmento deverá crescer cerca de dois dígitos nos próximos dois anos”, salienta. O diretor da CMI/Secovi-MG frisa que é muito importante o fato de o consumidor contar, a partir deste momento, com três opções de linha de crédito, para escolher a forma de financiamento que mais se encaixa ao seu perfil.

Além da nova modalidade de crédito, a CAIXA conta ainda com mais duas opções de financiamento imobiliário. A primeira tem correção pela Taxa Referencial (TR), com juros variando de 6,5% a 8,5%. E a segunda – que teve início em agosto de 2019 –  tem correção pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com juros que variam de 2,95% a 4,95%.

Além das facilidades promovidas pelo programa de crédito, é importante ressaltar que, as reformas estruturais propostas estão sendo aprovadas e já é possível visualizar uma melhora nos índices de empregabilidade no país. 

Taxa Referencial

As taxas dos financiamentos corrigidos pela TR baixaram cerca de 30%, passando de TR mais 9,25% ao ano para TR mais 6,5% ao ano para as empresas com relacionamento com o banco. Para não clientes, a taxa cai de TR mais 13,25% ao ano para TR mais 11,75% ao ano.

IPCA e CDI

Os financiamentos corrigidos pelo CDI ou pela inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) valem para duas modalidades. A primeira é Apoio à Produção, mais conhecida como “Imóvel na Planta”. A segunda é Plano Empresa da Construção Civil, conhecida como Plano Empresário, destinada à construção de imóveis e que permite o financiamento para pessoas físicas quando 80% do empreendimento estiver construído.

Para as linhas corrigidas pela inflação, as taxas variarão de IPCA mais 3,79% ao ano para IPCA mais 7,8% ao ano. Os financiamentos indexados ao CDI terão duas modalidades de cobrança: uma com taxas que variam de CDI mais 1,48% ao ano a CDI mais 5,4% ao ano e outra entre 119% a 194% do CDI.

Fonte: diariodocomercio

Aplicação do alumínio no setor moveleiro.

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Os perfis de alumínio, para indústria moveleira, garantem resistência por serem produzidos com matéria-prima que resiste a intempéries. Possuem acabamento flexível, devido sua aplicação percebida em móveis diversos, permitindo inúmeras maneiras de design do material, e leveza, em razão de sua composição química.  

Para essa indústria, o alumínio é bastante vantajoso em razão de sua grande resistência à corrosão, sendo um material durável em suas diversas aplicações. Menciona-se também, a rápida e eficaz condutividade de calor, além de sua plasticidade e elasticidade, que permite a soldagem e montagem do alumínio, que promove um trabalho mais prático quando comparado aos outros materiais desse setor.  

Aplicação dos perfis de alumínio.

Graças às suas características estéticas, os perfis de alumínio possibilitam uma beleza diferenciada quando aplicados, pois, provoca tons de modernidade ao ambiente. O material pode ser encontrado na produção de móveis de cozinha, banheiros, ambientes externos e entre outros. Já os perfis de alumínio são facilmente identificados em puxadores, corrediças para gavetas e portas e molduras. Sua utilização vai muito além da indústria moveleira, tendo importante presença em setores industriais e de linha branca também.